poeta Nunes

sábado, 17 de setembro de 2016

Poesia para o Reino dos Céus

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Leveza

Acordei tão leve!
Deixei o peso de existir,
De ser, de não ser, o peso que me dei,
E que não era de minha obrigação...
Deixei o orgulho e a vaidade de ser e de não ser...
Fiquei tão leve que a alma parece deixar o corpo.

Agradeci a Deus pela leveza da minha vida.
A leveza é ser eu mesmo,
Sem o peso das ilusões, dos sonhos,
Da cobiça, dos orgulhos e das vaidades.

A leveza de ser você mesmo
Abre as portas para o Reino de Deus.

A minha vida tem sido a mesma,
Meu dia tem sido o mesmo:
Acordo igual a um bicho que sai da toca
Para procurar comida.
Toda a minha vida e os meus dias foram iguais,
Agora eu sei o quanto a vida é leve
E só me resta aprender, adorar e contemplar a criação.

J.Nunes     17-09-2016 

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

A leveza de ser

Aos pobres

Desapropriar-se

O reino do céu pertence aos pobres,
É preciso desapropriar-se de tudo,
É preciso deixar as vaidades e o orgulho de ser.

Ser isso ou aqui é abstrato,
Só podemos ser de fato e concretamente
Aquela consciência que está além da morte,
Dos sentidos e do mundo fisico.

Para ser e merecer o reino dos céus
É preciso desapropriar-se da ilusão de ser
E construir-se consciente,
Além da fronteira dessa ilusão de ser esse ou aquele.

A leveza da vida está em não ser nada,
Ser o que se é na consciência de ser a cada instante
E desapropriar-se das vaidades, do orgulho
E da ilusões de ser.

J.Nunes.  15-09-2016

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