poeta Nunes

sábado, 14 de março de 2020

Guerra biológica cibernética

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Guerra biológica cibernética 

Pelas mídias vejo a guerra cibernética,
pelas ruas a guerra biológica,
nos panfletos de farmácias,
nos cartazes dos supermercados
vejo a exploração comercial
do caos criado de propósito
para depois criar a cura já combinada.

Esse vilarejo em algum lugar do Brasil
é como se estivesse lado a lado
com aquela vila do outro lado do oceano;
tempos de locomoção
e meios de informações modernos,
o mal não se espalha mais só com o vento...

No outro lado do oceano
a cultura consumista
criou um asiático americanizado.

O mundo explorou a mão de obra chinesa,
agora chegou a conta...
pagaremos pela dependência e a exploração.

Observo todo esse  pânico e esse caos
criado, supervisionado e controlado
com a mesma indiferença que olho
para a formiga caminhando apressada
entre o chão e o roda pé do banheiro,
ou com a mesma indiferença que olho
essa gente que entre e sai da estação do metro.

Contudo, está salva
a mística do Peregrino Russo,
a oração dos padres do deserto, a minha filocalia,
a Bíblia Sagrada,
e todas essas coisas que amo
e carrego na mochila e na minha intimidade com Deus.

Nunes 


A sociedade do relativismo e do nivelamento onde tudo é moldável.



A sociedade do prazer

Essa é a sociedade do prazer,
do entretenimento e do sexo.
Em tudo temos aquela ideologia sexual,
prazer, entorpecentes e felicidade sexual,
 “sociedade líquida”, de “amor líquido”
sociedade deformável,
moldável segundo as conveniências.

Tudo é deformado em nome da inclusão,
do direito sexual, da aceitação,
da teorização e a criação de mercado...

Podemos deformar, desestruturar tudo
em nome da Grande Rameira.

Não temos mais estrutura,
parâmetros, verdades ou mentiras....
somos deformados em nome do prazer,
da libertinagem e do sexo....
vivemos uma Ditadura Sexual,
um comunismo e um capitalismo sexual;
comunismo sexual para destruir os valores cristãos
e forma a sociedade segundo a pauta socialista,
capitalismo sexual que explora, descaradamente,
a libertinagem, o entretenimento exacerbado e o sexo
como mercado, produto e público consumidor.

Estamos criando um monstro, uma coisa sem estrutura.
Tudo que existe precisa de forma,
o que não possui forma é incompreensível,
assim estamos nos formando, uma coisa sem nome;
ainda não dá para saber o que somos,
Estamos chamando isso de pós-moderno,
sociedade do prazer...relativismo e nivelamento.

Tudo é moldável, a bíblia e nossas verdades
são reformuladas segundo
O público que se quer agradar...

A professora dizia:
_ Eu estou professora, não sou professora.
Pensei, é uma boa justificativa para ser negligente,
uma boa desculpa para fugir da responsabilidade
e do compromisso de ser um exemplo...
Essa é a sociedade do prazer negligenciando
o altruísmo, a postura e o exemplo,
em prol do descompromisso com a estrutura e a missão.  

Albano Morais

Nunes


sexta-feira, 13 de março de 2020

O ser misterioso

Espero na providência divina,
espero nas correntezas de energias cósmicas,
navego e peço apenas que me leve para um lugar significante,
não sei navegar por conta própria,
e além do mais, as portas dos mistérios estão fechadas.

Rodopio nessa corrente de energia,
sou lançado no ar por esse furação cósmico.
do espaço vejo outro plano,
do espaço me vejo trabalhando em uma máquina;
muito trabalho e pouco resultado.

Quando encontro o chão metafísico
o céu se mostra feito uma tela onde símbolos e signos são projetados,
ao meu lado um homem negro vestido com um quimono roxo claro,
chamo o de meu amigo, mas ele nem se quer me percebe,
estou tão acostumado a ser  ignorado que compreendi que não sou digno
de um olhar ou uma palavra de quem quer que seja.

A mulher e o dragão estão no céu,
o dragão desce pronto para me engolir,
estou arma com um martelo,
mas o dragão se afasta quando bato o pé.

Espero na providência divina,
espero nas correntes cósmicas...
estou esperando o dragão,
estou esperando a noite misteriosa.

Nunes 

quarta-feira, 11 de março de 2020

O Relativismo e o nivelamento na sociedade do politicamente correto.

O Imparcialismo 2006 



A invasão do relativismo 

O politicamente correto
é ferramenta do relativismo
e o produto final é o nivelamento.

Vivemos um ciclo de relativismo que leva ao nivelamento,
e de um nivelamento que leva ao relativismo.

Todas essas armas de destruição cultural
atacam a estrutura das culturas tradicionais,
ou deixam que sobrevivam, com tanto que
se moldem aos interesses dos que impõem o relativismo.

O conceito de arte moderna é uma ferramenta
de nivelamento e relativismo a partir do momento
que disse que tudo é arte...

O multiculturalismo se tornou uma ferramenta de destruição
quando impôs  o nivelamento e o relativismo cultural,
A diversidade cultural se resumiu em diversidade sexual
e multiculturalismo relativista e nivelador.

A educação, quando nivelou professores e alunos,
também se tornou uma ferramenta
de relativismos e nivelamentos. 

O relativismo é um projeto a longo prazo:
na primeira fase propagaram que somos todos iguais
e que tudo é a mesma coisa,
a segunda fase é a dominação,
a terceira fase é a declaração de que são superiores
e estão no comando...

Então será o fim do relativismo;
não precisam mais dizer que somos todos iguais,
e que tudo é a mesma coisa.
Agora, os que implementaram o relativismo são superiores
porque dominaram a cultura e os valores tradicionais.

O relativismo se aproveita da educação,
da solidariedade, da caridade e da compaixão...
usa as virtudes e os valores  da cultura cristã contra ela mesma.
faz com que um cristão se sinta pecador
por não ter compaixão dos que "sofrem"...

Feito mendigos que se aproveitam da solidariedade do Rei;
estupram suas filhas, matam seus filhos e destroem os valores
religiosos e culturais de seu povo e
Destroem os elementos que unificam a nação.

Nunes 
  

segunda-feira, 9 de março de 2020

Altruísmo e imediatismo na sociedade do prazer


Aluno atira em professora e se mata.
O que a pedagogia do amor tem a dizer!?
O que a sociedade e suas leis que igualou
Crianças e adultos tem a dizer,
O que os especialistas da educação têm a dizer.
Essa é a sociedade que perdeu todos os valores,
Essa é a sociedade que forma indivíduos
Para consumo, o sexo casual, a diversão e o entretenimento...
Indivíduos que desconhece o ser humano.

Quando é que vamos aceitar
Que a criança é individuo em formação,
E deve ser podado, limitado, educado e orientado.
Temos a "pedagogia do amor"
A pedagogia que forma para o fracasso,
Temos as leis que igualam crianças e adultos,
Temos a destruição da ordem e da autoridade do adulto,
Temos o sistema capitalista socialista consumista
Que forma indivíduos para o consumo,
O prazer e o entretenimento,
Temos a educação com ideias inclusivas
Que se molda para  uma geração
Que desconhece o altruísmo,
E tudo deve vir mastigado e pronto, é só engolir.

É natural que essa geração não tem perspectiva,
Afinal eles são formados somente para o consumo,
Para andar o tempo todo com um aparelho eletrônico
No bolso, para ir ao shopping, para escutar
Qualquer música imediatista e comercial...
Essa é a sociedade e a educação que coloca
Máquina de camisinha na escola,
Que se adapta á uma geração destruída
Pela sociedade pós-moderna, sociedade do prazer...
   
Salomão Alcântara
Nunes


domingo, 8 de março de 2020

O lenhador da colina


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O lenhador da Colina

Faz três décadas que o mundo não vê um dia claro de sol,
por todos esses anos a terra esteve cinzenta e fria...
cansamos de esperar pelo dia claro e o verão,
aprendemos  a engolir a seco,
aprendemos a engolir o choro,
somos árvores secas que não tem mais seiva,
aprendemos a ser forte e morremos lentamente
feito uma ruína que resiste ao tempo,
seria melhor desabar de uma vez...

Disseram que mais ao norte mora a esperança,
caminhamos para lá,
mas tudo que vemos é a neblina e a cinza que se expande...
todo mundo que ainda anda por essa terra
tenta de algum modo fazer contato uns com os outros,
o medo nos tornou solidários...

Depois dessas árvores mora o lenhador,
parece mais forte que todos nós,
nunca se ouviu a sua voz,
mas ele nos atrai para sua teia de mistério
e silêncio feito, arranhas silenciosa.

Esperamos que ele  abra a boca,
como quem espera de alguém uma boa nova,
mas ele não diz nada e nem se quer nos olha...

Talvez para ele o mundo sempre foi  cinza e frio,
talvez ninguém o notaria 
se não fosse o silêncio e o mistério que o envolve,
talvez se o dia fosse lindo e claro 
ninguém perceberia o lenhador da colina. 

Nesse  tempo de ar acinzentado 
aprendemos a ver e a reconhecer as coisas 
através de seus contornos. 
   
Nunes

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